Sim, a vida é curta!
Com tantos caminhos
Restritas são as escolhas
Há quase nenhum retorno.
Perdida a entrada
Resta então lamentar
E em toda encruzilhada
Três futuros passados serão
Ah! Eu quero tudo.
Já passou, mas quero agora
Se não mais existe... que retorne
Quanta petulância da estrada
E do tempo. Sim, esse sim.
Não aceito o seu ritmo
Quem ajustou seu velocímetro?
Eu quero reviver o caminho
Por outras estradas
Não basta a memória
Incompleta e falha
Eu desejo o impossível
Todas as possibilidades e destinos
Um pouco mais e nada menos
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Minha antiga apresentação no orkut
Em função da queda da exigência do diploma de jornalismo, alterei minha apresentação no Orkut. Como gosto da anterior, publico aqui para não perdê-la.
...
Eu sou Willow. Eu sou chiquinho. Eu sou Carlos ou Carlos Marcos. Com qualquer nome que vc me conheça ou venha a conhecer, vai perceber que ainda estou procurando ser alguma coisa nessa inevitável mutação que é a existência.
Não sirvo pro trabalho, nunca servi. Mas não me acostumo com o ócio, o estático nem o permanente. Não gosto de estar preso e fico perdido quando solto. Gosto de muitas coisas, poucas me motivam. O amor me excita e me deixa nostálgico. Sou bem simples, apesar de querer ser complexo. Sou facinho, facinho de usar. Como um cão com manual de instruções. Sou desobediente também. Muitas vezes quero estar sozinho e ser amado pela multidão. Extremamente preguiçoso e cheio de idéias. Idéias que nunca saem do papel, às vezes nem chegam ao papel. Perdem-se em minha mente fértil. Fértil e infrutífera. É difícil ser alguém, mas não me diga que não sou nada: isso magoa. Eu supero, mas guardo rancor. Posso até te perdoar, mas vou cobrar depois. No fundo sou boa pessoa, ocasionalmente, superficial. Contudo, sou sempre verdadeiro. A não ser por um bom motivo. Há sempre bons motivos. Há, decerto, erros e acertos. Minha média: 50%.
Eu.
...
Eu sou Willow. Eu sou chiquinho. Eu sou Carlos ou Carlos Marcos. Com qualquer nome que vc me conheça ou venha a conhecer, vai perceber que ainda estou procurando ser alguma coisa nessa inevitável mutação que é a existência.
Não sirvo pro trabalho, nunca servi. Mas não me acostumo com o ócio, o estático nem o permanente. Não gosto de estar preso e fico perdido quando solto. Gosto de muitas coisas, poucas me motivam. O amor me excita e me deixa nostálgico. Sou bem simples, apesar de querer ser complexo. Sou facinho, facinho de usar. Como um cão com manual de instruções. Sou desobediente também. Muitas vezes quero estar sozinho e ser amado pela multidão. Extremamente preguiçoso e cheio de idéias. Idéias que nunca saem do papel, às vezes nem chegam ao papel. Perdem-se em minha mente fértil. Fértil e infrutífera. É difícil ser alguém, mas não me diga que não sou nada: isso magoa. Eu supero, mas guardo rancor. Posso até te perdoar, mas vou cobrar depois. No fundo sou boa pessoa, ocasionalmente, superficial. Contudo, sou sempre verdadeiro. A não ser por um bom motivo. Há sempre bons motivos. Há, decerto, erros e acertos. Minha média: 50%.
Eu.
sábado, 13 de junho de 2009
Lugar comum
Quem escreve deve fugir dos clichês.
Quem pode aguentar um texto cheio de lugares comuns?
Ainda mais quando se é apaixonado e correspondido
Em pleno dia dos namorados.
Dia, alegria dos comércios, mas importante para refletir.
Estamos bem até aqui? Eu digo que sim.
Nos momentos de dificuldade, a gente conhece melhor as pessoas.
E ela é insuperável nisto. Está ao meu lado sempre. Sempre mesmo!
Com todas as minha inseguranças, é sempre forte
Mesmo com seus olhos revelando alguma dúvida.
E eu abraço a mão que ela me dá.
Mas sabe de uma coisa... nos momentos felizes, ela é imbatível.
E isso é ainda melhor, não é?
Porque felicidade só existe compartilhada.
Foi o que percebi, quando vi, que meu sorriso só é completo
quando reflete e é reflexo do dela!

E assim eu sei, mais uma vez, o que eu sempre soube.
É ela e não há duvida! A mulher da minha vida.
E quer saber, tenho direito de usar clichês e rimas bobas.
Pelo menos, hoje, eu posso:
Quel, você é meu chão, meu mar, meu céu!
Meu presente, meu futuro, meu destino!
Amo você!
Willow
Quem pode aguentar um texto cheio de lugares comuns?
Ainda mais quando se é apaixonado e correspondido
Em pleno dia dos namorados.
Dia, alegria dos comércios, mas importante para refletir.
Estamos bem até aqui? Eu digo que sim.
Nos momentos de dificuldade, a gente conhece melhor as pessoas.
E ela é insuperável nisto. Está ao meu lado sempre. Sempre mesmo!
Com todas as minha inseguranças, é sempre forte
Mesmo com seus olhos revelando alguma dúvida.
E eu abraço a mão que ela me dá.
Mas sabe de uma coisa... nos momentos felizes, ela é imbatível.
E isso é ainda melhor, não é?
Porque felicidade só existe compartilhada.
Foi o que percebi, quando vi, que meu sorriso só é completo
quando reflete e é reflexo do dela!

E assim eu sei, mais uma vez, o que eu sempre soube.
É ela e não há duvida! A mulher da minha vida.
E quer saber, tenho direito de usar clichês e rimas bobas.
Pelo menos, hoje, eu posso:
Quel, você é meu chão, meu mar, meu céu!
Meu presente, meu futuro, meu destino!
Amo você!
Willow
segunda-feira, 23 de março de 2009
Encontro vocálico
Não foi encontro definitivo, mas o que estava separado pela sílaba, o que era hiato, por um breve tempo, foi ditongo.
O show dos Los Hermanos, exibido pelo Multishow neste último fim de semana, pode não ter sido o melhor deles. Pode nem ser um dos melhores do ano, mas foi massa.
Rock bom em português não se acha em qualquer lugar, por isso, quando Camelo e Amarante cantam na mesma sílaba, tem gente que, como eu, agradece. Fazem falta.
Não à toa, "A Flor" encerrou a apresentação. Composta, tocada e cantada por ambos.
Deve ter sido apenas o hiato do hiato, mas foi um revigorante encontro vocálico!
O show dos Los Hermanos, exibido pelo Multishow neste último fim de semana, pode não ter sido o melhor deles. Pode nem ser um dos melhores do ano, mas foi massa.
Rock bom em português não se acha em qualquer lugar, por isso, quando Camelo e Amarante cantam na mesma sílaba, tem gente que, como eu, agradece. Fazem falta.
Não à toa, "A Flor" encerrou a apresentação. Composta, tocada e cantada por ambos.
Deve ter sido apenas o hiato do hiato, mas foi um revigorante encontro vocálico!
sábado, 7 de março de 2009
Final
Afinal, faz parte do sim ter um fim
Tudo o que é bom um dia acaba
Então, todo sentimento passa
E, se não, fica chato
Quem sabe a gente faz um hiato?
Um intervalo pra evitar o fim
E se o sim não é eterno
Nem há de ser também o final
Assim, tudo pode ser ou não ser
Até o fim
Tudo o que é bom um dia acaba
Então, todo sentimento passa
E, se não, fica chato
Quem sabe a gente faz um hiato?
Um intervalo pra evitar o fim
E se o sim não é eterno
Nem há de ser também o final
Assim, tudo pode ser ou não ser
Até o fim