O céu era cinza e era dela
o guarda-chuva todo ouro que
precisava estava em seu olhar
não se recusa um outro céu
com esse a desabar
seu braço em volta do meu
sua voz em meus cabelos
meus sentidos em suas mãos
ela era toda ilusão
cada passo rua abaixo
cada alto do seu salto
eu em claustro e preso
seus pés sobre meu calço
aqui ela fica e eu sigo
a despedida em seu sorriso
a chuva só comigo
e ela em seu abrigo
Me chama que eu fico
mas eu vou e ela não
o céu é cinza e a noite cai
sábado, 31 de março de 2007
Conexão
Tá tudo lento, lento, lento, lento, lento, tudo, tudo, bem lento.
Tá tudo lento, lento, lento, lento, lento, tudo, tudo, bem lento.
Eu pensando em acordar segunda-feira tudo, tudo bem lento.
Levantar, me arrumar, tomar café, tudo, tudo bem lento.
Sair de casa, enfrentar trânsito e o busão, tudo, tudo bem lento.
E no trabalho, papelada, atendimento, tudo, tudo bem lento.
E o dia passa - deus por quê?, sempre, sempre, tudo, tudo, bem lento.
A noite vem e você chega muda o vento, onde era tudo bem lento.
E nada mais é lento, nem sequer pensar - pra quê pensar? - eu penso.
O que era lento, sonolento, vira intenso, agora a vida eu entendo.
Eu durmo tarde, durmo pouco, mas domingo – que tá longe – eu compenso.
Porque amanhã ainda acorda tudo, tudo, tudo - de novo - bem lento.
E volta tudo, tudo, tudo, outra vez – “pra variar!” – bem lento.
Tá tudo lento, lento, lento, lento, lento, tudo, tudo, bem lento.
Tá tudo lento, lento, lento, lento, lento, tudo, tudo, bem lento.
Tá tudo lento, lento, lento, lento, lento, tudo, tudo, bem lento.
Eu pensando em acordar segunda-feira tudo, tudo bem lento.
Levantar, me arrumar, tomar café, tudo, tudo bem lento.
Sair de casa, enfrentar trânsito e o busão, tudo, tudo bem lento.
E no trabalho, papelada, atendimento, tudo, tudo bem lento.
E o dia passa - deus por quê?, sempre, sempre, tudo, tudo, bem lento.
A noite vem e você chega muda o vento, onde era tudo bem lento.
E nada mais é lento, nem sequer pensar - pra quê pensar? - eu penso.
O que era lento, sonolento, vira intenso, agora a vida eu entendo.
Eu durmo tarde, durmo pouco, mas domingo – que tá longe – eu compenso.
Porque amanhã ainda acorda tudo, tudo, tudo - de novo - bem lento.
E volta tudo, tudo, tudo, outra vez – “pra variar!” – bem lento.
Tá tudo lento, lento, lento, lento, lento, tudo, tudo, bem lento.
Tá tudo lento, lento, lento, lento, lento, tudo, tudo, bem lento.
quinta-feira, 29 de março de 2007
Blues de despedida
Oh deixe-me ir daqui
Oh deixe-me ir daqui
Pra onde eu vou, vou decidir
Pra onde eu vou, vou decidir
Só me deixe ir daqui
Só me deixe ir daqui
Quando eu voltar, você vai ver
Quando eu voltar, você vai ver
Só me deixe ir daqui
Só me deixe ir daqui
Oh let me go, from here
Oh let me go, from here
And where i'm going, i'll decide
And where i'm going, i'll decide
When i came back, you'll see
When i came back, you'll see
Só me deixe ir daqui
Só me deixe ir daqui
Oh deixe-me ir daqui
Pra onde eu vou, vou decidir
Pra onde eu vou, vou decidir
Só me deixe ir daqui
Só me deixe ir daqui
Quando eu voltar, você vai ver
Quando eu voltar, você vai ver
Só me deixe ir daqui
Só me deixe ir daqui
Oh let me go, from here
Oh let me go, from here
And where i'm going, i'll decide
And where i'm going, i'll decide
When i came back, you'll see
When i came back, you'll see
Só me deixe ir daqui
Só me deixe ir daqui